Sob o patrocínio do seu patrão e dos anti-benfiquistas, o Sp. Braga de António Salvador volta a ensaiar um ataque contra o Benfica, desta vez, visando Rui Costa e três dos nossos jogadores: Javi Garcia, Di Maria e Cardozo. Depois das agressões, cobardes e pelas costas, protagonizadas por jogadores do Braga (e, segundo parece, por seguranças de uma empresa privada) à comitiva do Benfica, alegadamente em resposta a uma atitude menos correcta (?) de Di Maria, os responsáveis do clube do Minho têm ainda a pouca vergonha de continuarem a campanha que, para vantagens de outrem, tem como único objectivo prejudicar a qualidade competitiva demonstrada, até ao momento, ao longo desta época, pelo Benfica. O timing da queixa não é, obviamente, inocente. Aproximam-se os confrontos com Sporting e, sobretudo, FC Porto. Os sócios e adeptos do Benfica não podem desvalorizar este ataque, que pretende fragilizar as opções de Jorge Jesus neste duplo confronto. Espero, sinceramente, que a Liga de Clubes não entre neste “jogo”: a intenção é tão clara, ou ainda mais, que a mão de Henry no último França-Irlanda´.
Mas esta é apenas (mais) uma das situações com que nos devemos preocupar. Depois da entrada de Carlos Carvalhal - amigo de longa data de Pinto da Costa -, são muitas as "notícias" que a comunicação social alinhada tem divulgado, com o simples propósito de desestabilizar ou, como tem sido preferencial até ao momento, desvalorizar o trabalho de Jorge Jesus e o percurso da nossa equipa. Apenas dois exemplos, neste 20 de Novembro: a saída de Di Maria e o regresso de Simão Sabrosa (no Record) ou as declarações de Luís Aguiar, ex-FC Porto e Braga, sobre a forma de Jorge Jesus lidar e se dirigir aos seus jogadores (n' O Jogo).
Desde há 30 anos que sempre assim é. Mais ou menos, mediante o estado das coisas. Actualmente, nota-se o pânico e as tentativas, por todas as formas e feitios, de parar a dinâmica implementada pelo Benfica. Como sempre, tenta-se, fora do campo, com a ajuda dos inúmeros acólitos, fazer aquilo que não se é capaz de conseguir dentro das quatro linhas. O Benfica precisa de ser forte para suster esta anti-onda e, aqui, é que entramos nós, sócios e adeptos, capazes de responder à letra a quem nos quer prejudicar. Apoiando o nosso clube e desmontando, no ciber-espaço, mas também no país real, estas ignóbeis estratégias.
Sem comentários:
Enviar um comentário