O Benfica perdeu, pela primeira vez nesta época, no Estádio da Luz e foi eliminado da Taça de Portugal. O Vitória de Guimarães marcou por uma vez e, tal como tem sido hábito nos nossos adversários, abdicou do primeiro objectivo do jogo para, pura e simplesmente, se fechar junto da sua baliza, dedicando-se apenas a tarefas defensivas – de resto, postura legitima e que, desta vez, até foi premiada.
O Benfica só se pode queixar de si próprio. De facto, esta foi das piores exibições da época: sobranceira, aquando da igualdade, e colectivamente desinspirada, na busca do empate. A equipa exibiu-se bastantes furos abaixo do habitual e, por isso mesmo, a desilusão é (ainda) maior.
De qualquer das formas, importa ressalvar que Taça de Portugal, embora importante, não é prioridade. O Benfica lidera, a par do Sp. Braga, o campeonato; e está em boa posição para seguir para a 2.ª fase da Liga Europa – razões para deixar satisfeitos todos os benfiquistas. No próximo fim-de-semana, há dérbi. Alvalade será o palco ideal para a nossa equipa se redimir deste resultado menos positivo e, quem sabem, partir definitivamente rumo ao título de campeão nacional.
O Benfica só se pode queixar de si próprio. De facto, esta foi das piores exibições da época: sobranceira, aquando da igualdade, e colectivamente desinspirada, na busca do empate. A equipa exibiu-se bastantes furos abaixo do habitual e, por isso mesmo, a desilusão é (ainda) maior.
De qualquer das formas, importa ressalvar que Taça de Portugal, embora importante, não é prioridade. O Benfica lidera, a par do Sp. Braga, o campeonato; e está em boa posição para seguir para a 2.ª fase da Liga Europa – razões para deixar satisfeitos todos os benfiquistas. No próximo fim-de-semana, há dérbi. Alvalade será o palco ideal para a nossa equipa se redimir deste resultado menos positivo e, quem sabem, partir definitivamente rumo ao título de campeão nacional.
MAIS
O estrago já estava feito. E só mesmo a partir daí os jogadores do Benfica despertaram. Mesmo sem a arte e o engenho de outras ocasiões, tudo fizeram para dar a volta ao resultado. A noite não era nossa e nem as boas entradas de Felipe Menezes e Weldon foram suficientes para, pelo menos, chegarmos ao empate.
MENOS
Ainda não ganhámos nada! – alguém com responsabilidades que explique isto ao plantel. Apenas com a qualidade, técnica e mental, do início da época poderemos almejar os nossos objectivos. Di Maria recordou os "maus velhos tempos" e Keirrison, por muito boa vontade que tenha, não é solução. Jorge Jesus demorou demais a ler e a mexer o jogo a na equipa.
“Pego” nas palavras de Paulo Bento [“(…) tenho a clara noção de uma coisa: se o campeão tivesse sido o Benfica e não o FC Porto, se calhar eu não tinha estado quatro anos e quatro meses em Alvalade”.] e assinalo a explosão de alegria (ou histerismo?) de sportinguistas e portistas pela derrota do Benfica. Realmente, há pouco a dizer, quando se existe na sombra do MAIOR clube português e se regulam as próprias crises pelos altos e baixos na casa dos outros. Mesmo que se precise de 60 minutos (e um penálti manhoso) para se colocar em vantagem frente aos Pescadores da Caparica ou se prepare, durante uma semana, o adiamento de um jogo contra uma equipa da 2.ª divisão, com receio de sair da taça com o “rabo entre as pernas”.
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