Só agora consigo escrever sobre aquilo que se passou no Sp. Braga-Benfica. A tristeza e, sobretudo, a revolta que se me instalou no decorrer e após o jogo impediu-me de explanar factos e números – lamento, na semana de estreia, um rescaldo tão “fora de horas".
Já tinha explanado, no post anterior, a minha preocupação em relação a este jogo. Situações, escrevi na altura, transcendiam a qualidade do adversário e as próprias quatro linhas. Infelizmente, as minhas suspeitas vieram a confirmar-se e logo da pior maneira:
Já tinha explanado, no post anterior, a minha preocupação em relação a este jogo. Situações, escrevi na altura, transcendiam a qualidade do adversário e as próprias quatro linhas. Infelizmente, as minhas suspeitas vieram a confirmar-se e logo da pior maneira:
1. Desta vez, ganhou a pior equipa. O Benfica foi, novamente, mais forte: teve mais bola, mais ataques e remates, mais oportunidades de golo. Começou a perder, aos sete minutos – grande golo de Hugo Viana –, mas reagiu depressa e bem. Chegou ao golo da igualdade, por Luisão, perto da meia hora.
2. Jorge Sousa voltou a prejudicar o Benfica. Não se trata, pois, de simples coincidência. Nos jogos em que actua o Benfica, este árbitro portuense não perdoa; motivado, segundo se diz, por visitas regulares à sua residência por indivíduos pertencentes a uma claque organizada afecta a um clube da sua cidade. Desta vez, anulou um golo limpo ao Benfica e expulsou, ao intervalo, Óscar Cardozo, melhor marcador da nossa equipa e do campeonato.
3. Alguma comunicação social insiste em criar imagens erradas. Trata-se de uma tentativa vil, que visa retirar mérito ao actual melhor futebol praticado em Portugal, valorizando, por sua vez, quem nada fez para merecer metade dos elogios. Como exemplo maior, essa comunicação social ignorou aquilo que se passou em Braga: as agressões dos jogadores do Sp. Braga e a arbitragem de Jorge Sousa (alguma dessa comunicação social, imagine-se, tem a vergonha de classificar o trabalho deste árbitro como “muito bom”).
2. Jorge Sousa voltou a prejudicar o Benfica. Não se trata, pois, de simples coincidência. Nos jogos em que actua o Benfica, este árbitro portuense não perdoa; motivado, segundo se diz, por visitas regulares à sua residência por indivíduos pertencentes a uma claque organizada afecta a um clube da sua cidade. Desta vez, anulou um golo limpo ao Benfica e expulsou, ao intervalo, Óscar Cardozo, melhor marcador da nossa equipa e do campeonato.
3. Alguma comunicação social insiste em criar imagens erradas. Trata-se de uma tentativa vil, que visa retirar mérito ao actual melhor futebol praticado em Portugal, valorizando, por sua vez, quem nada fez para merecer metade dos elogios. Como exemplo maior, essa comunicação social ignorou aquilo que se passou em Braga: as agressões dos jogadores do Sp. Braga e a arbitragem de Jorge Sousa (alguma dessa comunicação social, imagine-se, tem a vergonha de classificar o trabalho deste árbitro como “muito bom”).
4. Os jogadores do Benfica foram atacados, após o final da 1.ª parte. Di Maria fez um passe – sim, que aquilo foi um passe e rasteiro –, para junto do banco de suplentes do Braga (e cuspiu para o chão, algo que, como se sabe, nenhum futebolista ou português comum é capaz de fazer). Dez segundos depois, o “onze”, suplentes e responsáveis do clube do Minho atacaram, ao murro, os jogadores do Benfica, já junto ao túnel de acesso aos balneários. Pelo que é possível descortinar – via imagens TV –, Ney e Mossoró agrediram Cardozo, que por ali passava. Eduardo e Moisés também o tentaram. Resultado: Leone (que foi substituído pelo melhor “central” do plantel do Braga: Rodriguez) e Cardozo foram expulsos. Elucidativo! Entretanto, soube-se que um segurança também agrediu Cardozo e Ramires, já junto ao balneário do Benfica. Alan deu uma chapada a Ramires, ainda no relvado.
5. O papel a que se prestam as gentes de Braga. O FC Porto e Pinto da Costa não podiam ter arranjado melhores acólitos para fazerem o trabalho sujo a que estamos habituados há décadas – a “estratégia dos túneis” não é nova. Os sócios e adeptos do Sp. Braga deviam envergonhar-se com aquilo que se passou no sábado e, principalmente, por serem representados por fantoches como António Salvador e Domingos Paciência.
6. Há muito que não via tamanha alegria nos rostos, gestos e gritos dos anti-benfiquistas. Portistas e sportinguistas "explodiram" como há muito não se via – assisti atónito às comemorações de alguns indivíduos no sítio onde me encontrava a ver o jogo. Aquilo era raiva e inveja contra o MAIOR clube português. E a constatação de que nunca, jamais, chegarão aos calcanhares do nosso clube.
7. O Benfica tem de vencer a Naval, na próxima segunda-feira. Para isso, é necessário trabalhar como até aqui: dirigentes, treinadores, jogadores e, acima de tudo, adeptos. O apoio ao nosso clube é fundamental: é este o nosso contributo para derrubarmos as ciladas e obstáculos que ainda surgirão na caminhada rumo ao título de campeão. Creio que ninguém deixou de acreditar nesta equipa, na sua qualidade e atitude, após a última jornada. Pelo contrário, eu e todos aqueles com quem falo acreditam cada vez mais! É para encher o estádio e golear.
5. O papel a que se prestam as gentes de Braga. O FC Porto e Pinto da Costa não podiam ter arranjado melhores acólitos para fazerem o trabalho sujo a que estamos habituados há décadas – a “estratégia dos túneis” não é nova. Os sócios e adeptos do Sp. Braga deviam envergonhar-se com aquilo que se passou no sábado e, principalmente, por serem representados por fantoches como António Salvador e Domingos Paciência.
6. Há muito que não via tamanha alegria nos rostos, gestos e gritos dos anti-benfiquistas. Portistas e sportinguistas "explodiram" como há muito não se via – assisti atónito às comemorações de alguns indivíduos no sítio onde me encontrava a ver o jogo. Aquilo era raiva e inveja contra o MAIOR clube português. E a constatação de que nunca, jamais, chegarão aos calcanhares do nosso clube.
7. O Benfica tem de vencer a Naval, na próxima segunda-feira. Para isso, é necessário trabalhar como até aqui: dirigentes, treinadores, jogadores e, acima de tudo, adeptos. O apoio ao nosso clube é fundamental: é este o nosso contributo para derrubarmos as ciladas e obstáculos que ainda surgirão na caminhada rumo ao título de campeão. Creio que ninguém deixou de acreditar nesta equipa, na sua qualidade e atitude, após a última jornada. Pelo contrário, eu e todos aqueles com quem falo acreditam cada vez mais! É para encher o estádio e golear.
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