O Benfica tem amanhã o primeiro grande teste desta época. A equipa já foi colocada várias vezes à prova e em todas essas ocasiões superou as melhores expectativas, porém, os acontecimentos da última semana antecipam dificuldades acrescidas. Os obstáculos estão bem identificados:
1. A falta de vergonha de alguma comunicação social e, sobretudo, de certos agentes desportivos parece não ter limites – roça o ridículo a estratégia torpe de Nacional e Sp. Braga que visa desvalorizar o valor e percurso da equipa do Benfica e, principalmente, desviar as atenções para a actual incapacidade desportiva do FC Porto (e dos erros de arbitragem que o favorecem). Esta intoxicação da opinião pública tem construído falsas ideias – tal como aconteceu noutras eras e, mais recentemente, em 2004/2005, época em que, com todo o mérito e justiça, o Benfica se sagrou campeão nacional –, baseadas num suposto favorecimento das equipas de arbitragem. A primeira tentativa de virar a lógica do avesso aconteceu na passada jornada: Vasco Santos tentou, beneficiando da capa montada pelos supracitados; a inequívoca superioridade do Benfica retirou-lhe, apesar de tudo, qualquer margem de manobra.
2. A nomeação de Jorge Sousa (AF Porto) não augura nada de bom. Os dados são objectivos: aqui e aqui (só para deixar um exemplo). É esta a segunda tentativa de fazer aproximar (ou de não deixar afastar?) o FC Porto da liderança. O Benfica terá de jogar ao nível a que nos tem habituado, conseguindo, tal como já o fez neste campeonato, impedir que a acção do trio de arbitragem tome conta dos acontecimentos. Haverá foras-de-jogo (mal e não assinalados), faltas (marcadas e por marcar) e outros critérios técnicos e disciplinares que colocarão o Benfica e os seus jogadores em sentido. Teremos de contar com tudo isto e muito mais. E teremos de provar, dentro do campo, que desta vez temos argumentos suficientes para derrubar as armadilhadas e os obstáculos criados há mais de três décadas.
3. A motivação do Sp. Braga transcende a qualidade e a ambição particular. Sabemos que António Salvador e Domingos Paciência, cientes da inaptidão para manter a liderança, pretendem corresponder ao apoio (ao colo?) que lhes garante a presença no topo do futebol português. Acólito de Pinto da Costa, inimigo de Luís Filipe Vieira, Salvador já se prestou a tamanhos papéis, como travando as transferências de Jorge Jesus, César Peixoto – impedindo, ao que consta, o regresso de João Pereira à Luz e ao clube do seu coração (que viria colmatar a vaga deixada em aberto pela saída Patric) – ou efectuando declarações contra tudo o que é encarnado. Salvador e Domingos têm uma missão definidia e, com recurso as "ferramentas" que o sistema lhes confere, tudo farão para a cumprir – mais pelo clube por que torcem; muito menos pelo Sp. Braga.
1. A falta de vergonha de alguma comunicação social e, sobretudo, de certos agentes desportivos parece não ter limites – roça o ridículo a estratégia torpe de Nacional e Sp. Braga que visa desvalorizar o valor e percurso da equipa do Benfica e, principalmente, desviar as atenções para a actual incapacidade desportiva do FC Porto (e dos erros de arbitragem que o favorecem). Esta intoxicação da opinião pública tem construído falsas ideias – tal como aconteceu noutras eras e, mais recentemente, em 2004/2005, época em que, com todo o mérito e justiça, o Benfica se sagrou campeão nacional –, baseadas num suposto favorecimento das equipas de arbitragem. A primeira tentativa de virar a lógica do avesso aconteceu na passada jornada: Vasco Santos tentou, beneficiando da capa montada pelos supracitados; a inequívoca superioridade do Benfica retirou-lhe, apesar de tudo, qualquer margem de manobra.
2. A nomeação de Jorge Sousa (AF Porto) não augura nada de bom. Os dados são objectivos: aqui e aqui (só para deixar um exemplo). É esta a segunda tentativa de fazer aproximar (ou de não deixar afastar?) o FC Porto da liderança. O Benfica terá de jogar ao nível a que nos tem habituado, conseguindo, tal como já o fez neste campeonato, impedir que a acção do trio de arbitragem tome conta dos acontecimentos. Haverá foras-de-jogo (mal e não assinalados), faltas (marcadas e por marcar) e outros critérios técnicos e disciplinares que colocarão o Benfica e os seus jogadores em sentido. Teremos de contar com tudo isto e muito mais. E teremos de provar, dentro do campo, que desta vez temos argumentos suficientes para derrubar as armadilhadas e os obstáculos criados há mais de três décadas.
3. A motivação do Sp. Braga transcende a qualidade e a ambição particular. Sabemos que António Salvador e Domingos Paciência, cientes da inaptidão para manter a liderança, pretendem corresponder ao apoio (ao colo?) que lhes garante a presença no topo do futebol português. Acólito de Pinto da Costa, inimigo de Luís Filipe Vieira, Salvador já se prestou a tamanhos papéis, como travando as transferências de Jorge Jesus, César Peixoto – impedindo, ao que consta, o regresso de João Pereira à Luz e ao clube do seu coração (que viria colmatar a vaga deixada em aberto pela saída Patric) – ou efectuando declarações contra tudo o que é encarnado. Salvador e Domingos têm uma missão definidia e, com recurso as "ferramentas" que o sistema lhes confere, tudo farão para a cumprir – mais pelo clube por que torcem; muito menos pelo Sp. Braga.
Somando todas as circunstâncias, termino (re)afirmando total confiança na conquista dos três pontos e da liderança isolada da Liga portuguesa. Este é o primeiro de um ciclo de jogos que inclui a deslocação a Alvalade e a recepção ao FC Porto. A meta é vencer, sempre, e de preferência de goleada. O Benfica está pronto!
Boas...só pelo teu nick já merece a visita...Amanhã vamos ficar em 1 isolados não duvide disso...
ResponderEliminarJobar
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Fiquem bem e bom trabalho, virei cá espreitar mais x´s!!
Para mim, o verdadeiro teste vai ser no dia em que o Luís Filipe entrar. Isso é que me assusta!
ResponderEliminarObrigado pelos primeiros comentários e incentivos. Não chegou para ganhar - somos os melhores, mas apenas humanos. Mas vamos lá chegar, disso, tenho a certeza. Abraço
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