A derrota com o Guimarães e eliminação da Taça de Portugal é passado – e muito enganados estão os anti-benfiquistas por associarem este episódio (isolado) ao início de uma coisa qualquer . Um tropeção é um tropeção, apenas e nada mais do que isso. Obviamente, que deve ser dada a importância devida à saída prematura da segunda prova do futebol nacional. E assim estará, certamente, a ser encarada e tratada esta questão: no sitio certo, pelos elementos certos. Aliás, estas situações resolvem-se em boa dose com facilidade e naturalidade, caso a estrutura para o futebol e a qualidade da equipa do Benfica sejam condizentes com a dimensão do passado e presente do nosso clube. Tenho a certeza que assim é, actualmente. De resto, é também com a colaboração de todos os benfiquistas, dentro e fora das quatro linhas, que mais rápido se ultrapassam os obstáculos que naturalmente surgem no caminho para o sucesso.
A qualidade do plantel e da equipa do Benfica é incomparavelmente melhor que a do Sporting. A nossa equipa joga bem. Marca e ganha muito. Em Alvalade, o futebol é sofrível, ganha-se pouco e mal. As diferenças são evidentes a olho nu: nós e os outros. Uns com o treinador certo; outros com o Carlos Carvalhal. Por nós, o Luís Filipe Vieira e o Rui costa; por eles, o Eduardo Bettencourt e o Sá Pinto. Connosco milhões; com eles (poucos) tostões, incapazes de se livrarem da sombra do MAIOR clube de Portugal (assim o confirma quem por lá andou mais de quatro anos consecutivos).
Este é, quer queiram quer não, um David contra Golias. As vitórias e goleadas do Benfica, tão frequentes quanto naturais, não permitem – por muito que tente – (re)colocar os pés no chão. Com o respeito que o adversário de amanhã me merece, espero, no mínimo, uma goleada “das antigas”. Não para os colocar no respectivo lugar, mas sim para nós, o Benfica e os benfiquistas, nos colocarmos no nosso. Com a humildade que nos caracteriza, mas com a convicção do que somos e seremos, sem ignorar todas estas (eternas) diferenças que acima enumerei. Temos de ganhar, sobretudo, de uma forma tão evidente que o pseudo-benfiquista não possa demonstrar, uma vez mais, a sua “isenção”.
A qualidade do plantel e da equipa do Benfica é incomparavelmente melhor que a do Sporting. A nossa equipa joga bem. Marca e ganha muito. Em Alvalade, o futebol é sofrível, ganha-se pouco e mal. As diferenças são evidentes a olho nu: nós e os outros. Uns com o treinador certo; outros com o Carlos Carvalhal. Por nós, o Luís Filipe Vieira e o Rui costa; por eles, o Eduardo Bettencourt e o Sá Pinto. Connosco milhões; com eles (poucos) tostões, incapazes de se livrarem da sombra do MAIOR clube de Portugal (assim o confirma quem por lá andou mais de quatro anos consecutivos).
Este é, quer queiram quer não, um David contra Golias. As vitórias e goleadas do Benfica, tão frequentes quanto naturais, não permitem – por muito que tente – (re)colocar os pés no chão. Com o respeito que o adversário de amanhã me merece, espero, no mínimo, uma goleada “das antigas”. Não para os colocar no respectivo lugar, mas sim para nós, o Benfica e os benfiquistas, nos colocarmos no nosso. Com a humildade que nos caracteriza, mas com a convicção do que somos e seremos, sem ignorar todas estas (eternas) diferenças que acima enumerei. Temos de ganhar, sobretudo, de uma forma tão evidente que o pseudo-benfiquista não possa demonstrar, uma vez mais, a sua “isenção”.
Sem comentários:
Enviar um comentário