É assunto recorrente, mas parece que, diga o que se disser (ou melhor, explique-se), alguma comunicação social não percebe (ou não quer perceber?) e trata o assunto da forma que mais jeito lhe dá; para regozijo dos anti-benfiquistas, classe de asininos com palas grossas e permanentes.
A SAD do Benfica está em falência técnica: o exercício de 2008/2009 é negativo e os capitais próprios são, igualmente, negativos. Porém, esta situação faz parte da estratégia prevista pela direcção do clube e anunciada no programa eleitoral de Luís Filipe Vieira, que mereceu a preferência esmagadora dos associados do clube. O investimento em infra-estruturas (complexos estádio e centro de estágios) e na equipa de futebol, contratando e mantendo os principais jogadores (activos que, a serem vendidos, facilmente inverteriam estes números) explicam o actual momento - apenas conjuntural e transitório.
Não há razões para alarme. O Benfica continua (e continuará!) a ser a mais atractiva marca do país, com uma capacidade de captação de receitas (via patrocinadores e bilheteira) inigualável. O plantel da equipa de futebol, principal activo do clube, é uma autêntica “mina de ouro”, capaz de resolver todos e quaisquer problemas (capaz de terminar com o passivo de 178 milhões de euros?). Por fim, ainda este ano, a Fundação Benfica Estádio passará para a SAD, ou seja, património que inverterá todas estas contas.
Assim a bola continue a entrar, e o Benfica terá, graças a este plano financeiro, um futuro brilhante. Finalmente, de “corte” efectivo, acentuado e definitivo, com os restantes adversários.
A SAD do Benfica está em falência técnica: o exercício de 2008/2009 é negativo e os capitais próprios são, igualmente, negativos. Porém, esta situação faz parte da estratégia prevista pela direcção do clube e anunciada no programa eleitoral de Luís Filipe Vieira, que mereceu a preferência esmagadora dos associados do clube. O investimento em infra-estruturas (complexos estádio e centro de estágios) e na equipa de futebol, contratando e mantendo os principais jogadores (activos que, a serem vendidos, facilmente inverteriam estes números) explicam o actual momento - apenas conjuntural e transitório.
Não há razões para alarme. O Benfica continua (e continuará!) a ser a mais atractiva marca do país, com uma capacidade de captação de receitas (via patrocinadores e bilheteira) inigualável. O plantel da equipa de futebol, principal activo do clube, é uma autêntica “mina de ouro”, capaz de resolver todos e quaisquer problemas (capaz de terminar com o passivo de 178 milhões de euros?). Por fim, ainda este ano, a Fundação Benfica Estádio passará para a SAD, ou seja, património que inverterá todas estas contas.
Assim a bola continue a entrar, e o Benfica terá, graças a este plano financeiro, um futuro brilhante. Finalmente, de “corte” efectivo, acentuado e definitivo, com os restantes adversários.
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